Falta de verbas ameaça avanços contra a Aids, diz ONU

A comunidade internacional fez na última década avanços extraordinários no combate à Aids, mas a atual escassez de verbas ameaça reverter esses progressos, disseram agências de saúde da ONU.

Um relatório preparado pela OMS Organização Mundial da Saúde (OMS) e por outras agências, para ser divulgado por ocasião do Dia Mundial de Combate à Aids, disse que atualmente há 34 milhões de pessoas no mundo contaminadas pelo vírus HIV, que causa a doença.

A epidemia, diz o texto, representa um "formidável desafio", mas "a maré está virando". "As ferramentas para conseguir uma geração livre da Aids estão em nossas mãos", afirma o relatório.

O otimismo, no entanto, é atenuado pela crise que assola o Fundo Global para a Luta Contra a Aids, Tuberculose e Malária, instituição mista (pública-privada) que é a maior patrocinadora mundial de programas de prevenção e tratamento do HIV.

Recentemente, o fundo disse estar cancelando novas verbas para governos nacionais, e que novas concessões só serão feitas a partir de 2014.

De acordo com o relatório da ONU, o total de verbas destinadas ao combate à Aids caiu de US$ 15,9 bilhões em 2009 para US$ 15 bilhões em 2010. As agências calculam que, para 2015, o mundo precisaria de US$ 22 bilhões a US$ 24 bilhões para realizar ações abrangentes e eficazes contra a epidemia.

Em entrevista à Reuters em Londres, Gottfried Hirnschall, diretor da OMS para questões do HIV/Aids, disse que este é um momento crucial na luta contra a doença, aproveitando os avanços na redução de novas infecções e na distribuição de medicamentos aos pacientes.

Estudos divulgados nos últimos meses mostram que a agilidade no tratamento de novos pacientes é capaz de reduzir o ritmo de difusão do vírus nas populações.

"Este é realmente um ano animador, porque estamos vendo uma tendência de queda nessas áreas onde queremos ver tendências de queda [ nas novas infecções e na mortalidade], e estamos vendo tendências de alta onde gostaríamos de vê-las, principalmente nos índices de cobertura [dos tratamentos]", disse Hirnschall.

Dados divulgados na semana passada num estudo da Unaids (agência da ONU para o combate à doença) e no novo relatório desta quarta-feira mostram que o número de novas infecções pelo HIV caiu de 3,1 milhões em 2001 para 2,7 milhões em 2010. Já o número de pacientes com acesso aos medicamentos passou de apenas 400 mil em 2003 para 6,65 milhões no ano passado.

Hirnschall disse que os dados sugerem que a meta da OMS --acabar com as novas contaminações, com as mortes e com o estigma social ligado à doença-- poderá "se tornar realidade em um futuro não tão distante".

Fonte: REUTERS

Resolução da ANS amplia cobertura obrigatória para planos de saúde

Entre novos procedimentos estão 41 cirurgias por vídeo e 13 exames.
Obrigatoriedade de atendimento vale a partir de 1º de janeiro de 2012.
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Novos padrões para regular a ética médica

A partir de 15 de agosto de 2011, os Conselhos Regionais de Medicina (CRM) poderão adotar o chamado TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), segundo a Resolução 1.967/2011. A referida resolução aponta como objetivo a “padronização” dos termos de ajustamento de conduta, já usados, em casos de conciliação, por algumas Câmaras de Ética Médica em Sindicância.

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Canadenses criam analgésico mais poderoso que morfina


Terrance Snutch fala sobre a pesquisa de um novo analgésico que poderá ser potente como a morfina mas sem os efeitos colaterais dessa droga

Desenvolver um analgésico que seja efetivo como a morfina, mas que não provoque sedação nem efeitos colaterais, podendo ser aplicável até mesmo para dores crônicas por longos períodos de tempo – esse é o objetivo central das pesquisas de Terrance Snutch, professor do Centro de Pesquisas do Cérebro da Universidade de British Columbia, no Canadá.

Os alvos terapêuticos escolhidos por Snutch para essa tarefa são os canais de cálcio – “túneis” formados por proteínas nas membranas das células, que permitem o trânsito de íons de cálcio.

Há alguns anos, os cientistas descobriram que esses canais estão ligados às vias de sinalização da dor. A estratégia consiste em bloqueá-los, impedindo que o sinal da dor chegue ao cérebro. A nova droga bloqueadora de canais de cálcio deverá ser efetiva até em dores neuropáticas crônicas – as dores fantasmas que podem ser sentidas mesmo em membros amputados.

Especialista em neurobiologia molecular, Snutch estuda o tema há anos e foi o primeiro a descrever a base molecular para os canais de cálcio nos sistemas nervoso, endócrino e cardiovascular. Possui diversas patentes relacionadas a intervenções nos canais de cálcio.

Até agora, nenhuma droga tem os canais de cálcio como alvos diretos. Mas o laboratório de Snutch pretende mudar isso em breve. Depois de clonar pela primeira vez os genes que codificam os canais de cálcio de tipo N, em 1992, o cientista montou uma empresa spin off, em 1998, e conseguiu levantar recursos para os primeiros testes clínicos, a partir de 2004, com uma droga bloqueadora de canais de cálcio.

O pesquisador participou, na semana passada, da 2nd São Paulo School of Translational Science – Molecular Medicine (2ª Escola São Paulo de Ciência Translacional – Medicina Molecular), realizada pelo Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. O curso integra a modalidade Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) da FAPESP. Leia, a seguir, trechos da entrevista concedida por Snutch à Agência FAPESP.

Quais são os principais problemas com as drogas para dor atualmente disponíveis no mercado?

Snutch – Elas não funcionam bem o bastante para as dores crônicas neuropáticas. Esse tipo de dor é o principal problema. Drogas como a pregabalina e a gabapentina são amplamente usadas, mas só funcionam para cerca de 40% dos pacientes. Para os outros, não fazem o efeito desejado.

O que caracteriza a dor neuropática crônica?
Snutch – A dor neuropática crônica é definida como uma dor para a qual não há ferimento definido. É proveniente de algum problema no próprio sistema nervoso.

Esse tipo de dor tem origem no próprio cérebro?

Snutch – No cérebro ou nos nervos que não são acionados corretamente e disparam quando não deveriam. O fato é que não é causada por um ferimento. Ela existe porque algo está errado no sistema nervoso e desencadeia a sinalização de dor. Por definição, é uma dor para a qual não há ferimento definido e que, mesmo assim, dura seis meses ou mais. Isso a torna bem diferente da dor aguda, que tem origem determinada e dura menos.

Não existem drogas eficientes para esse tipo de dor?

Snutch – Temos drogas muito pouco efetivas. Para dores agudas muito fortes – quando se tem um osso quebrado, ou uma situação após uma cirurgia, por exemplo – temos drogas como a morfina ou a hidromorfona, que são opioides muito fortes. Mas não se pode tomar esses opioides para dores de longo prazo.

Por quê? Eles podem viciar?

Snutch – Eles causam diferentes problemas, além de viciar propriamente. Especialmente pelo fato de que a dose precisa ser cada vez maior, pois a mesma dose se torna cada vez menos efetiva. Ao aumentar a dose, aumentam também os efeitos colaterais. Os opioides causam depressão respiratória. Isto é, eles afetam a parte do cérebro que controla a respiração e, se a dose for muito alta, você pode parar de respirar. Causam também constipação muito severa. A combinação do efeito das altas doses – causadas pela resposta tolerante – e dos efeitos colaterais impede que as pessoas tolerem por muito tempo.

E quanto às outras drogas que o senhor mencionou?

Snutch – As outras disponíveis, como pregabalina e gabapentina, só funcionam parcialmente. Ambas têm eficiência estimada em cerca de 40% dos casos de pacientes de dor neuropática crônica. Os outros não têm um alívio da dor. Por isso, há necessidade de novas drogas trabalhando com novos mecanismos.

Então vocês começaram a trabalhar com as alternativas baseadas nos canais de cálcio. Quando foi descoberto que eles estão envolvidos em vias de sinalização da dor?

Snutch – Sim. A sinalização da dor é altamente dependente dos processos relacionados aos canais de cálcio. Primeiro começamos a trabalhar com um canal específico: o canal de cálcio tipo N.

Como é o mecanismo?
Snutch – Para que você sinta dor, é preciso que alguém estimule os receptores que estão na pele e nos músculos, sensíveis ao toque. Esse estímulo gera um sinal elétrico que é enviado da pele para a medula espinhal, até o cérebro e volta até o local tocado. O que ocorre quando se tem dor é que a estimulação atinge uma frequência muito alta nos mesmos neurônios, com o sinal indo para o cérebro. Os canais de cálcio tipo N controlam se o sinal chega ao cérebro ou não.

O conceito então consiste em bloquear a dor antes que o estímulo chegue ao cérebro?

Snutch – Teoricamente, se o sinal na medula espinhal – onde estão os canais de cálcio tipo N – não chega ao cérebro, a pessoa não sente a dor. A ideia é que bloqueando esses canais, impedindo que o sinal atinja o cérebro, o paciente não sinta mais dor alguma.

E quanto aos canais de cálcio do tipo T?

Snutch – Os canais de cálcio do tipo T não bloqueiam o sinal. Eles ajustam os limites da dor. Ao bloquear canal de tipo T, conseguimos aumentar o limite para dor, diminuindo a sua intensidade. No caso dos canais de tipo N, tentamos bloquear os sinais que vêm para o cérebro. Nesse caso dos canais de tipo T, tentamos modular a intensidade da dor.

Esses analgésicos com base em canais de cálcio estão em testes clínicos?

Snutch – Sim, no caso da droga com alvo no canal de cálcio de tipo N estamos entrando na fase 3 dos testes clínicos. No caso do bloqueador de canais de cálcio de tipo T, estamos investigando compostos que modulam a sinalização da dor e já chegamos a uma droga que mostrou eficácia em modelos animais, tanto para dor aguda como crônica.

Como foi o desenvolvimento da droga baseada em canais do tipo N?

Snutch – O canal de cálcio de tipo N foi clonado pela primeira vez em 1992. Depois disso, em 1998, montei a empresa para levantar recursos e desenvolver a droga. Em 2004, começaram os primeiros testes clínicos. Em 2011, estamos entrando na fase de testes em pacientes. Nos primeiros testes clínicos, utilizamos voluntários saudáveis e não portadores da dor crônica neuropática. Não houve nenhum tipo de efeito colateral sério e vamos agora para a última fase.

Fonte: Exame.com

“Incorporação de novas tecnologias nem sempre é benéfica”


A área de medicina diagnóstica é um dos locais onde os avanços da tecnologia mais se fazem presentes. Com a chegada de novos recursos tem-se também um aumento na procura por exames mais assertivos. Como consequência disso, as operadoras de planos de saúde precisam arcar com os valores dos exames realizados. Segundo o gerente médico da Amil, Claúdio Tafla, é preciso checar se as novas tecnologias realmente funcionam ou apenas trazem o custo adicional.

“A incorporação de uma nova tecnologia não é um sistema pontual. Ela é para todo mundo e dará acesso a todas as pessoas que estarão no sistema público ou privado”.

Tafla deixa claro que não se opõe a implantação de novas tecnologias para o setor, mas explica que recursos destinados à área da saúde poderiam ser utilizados de formas mais benéficas.

”Existem muitos investimentos que se fossem melhores aproveitados iriam gerar mais e melhores resultados para a saúde e para o setor”.

Ele chama atenção para o fato de que a população está envelhecendo. “Estudos mostram que em 2050, 30% da população brasileira terá acima de 60 anos. Em tão pouco tempo não teremos estrutura básica para atender a essa demanda crescente”.

Tafla ressalta que isso vai causar algumas discrepâncias consideráveis na área da saúde, pois a utilização da população em serviços básicos, como consultas será em torno de 50% a 60% maior em relação aos cidadãos com menos de 60 anos.

Diante dessa tendência, o representante da Amil explica que é necessário se atentar para a implantação de programas de prevenção e promoção de saúde. “Não existe melhor forma de prevenir e promover a saúde do que a informação”.

Desperdício

Ao se apresentar no Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, realizado nesta segunda-feira (27), em Curitiba, Tafla chamou atenção para um cálculo, realizado pela Universidade de Boston, que revela que no ano de 2005 havia 50% de desperdício dos recursos utilizados em saúde no mundo todo. “Desse montante, a grande parte era fraude, mas o restante era mau uso dos serviços disponibilizados”.

Ele conta ainda que um balanço realizado pela Amil constatou que 30% dos exames realizados não são retirados. “Essa porcentagem refere-se a exames que não foram ao menos acessados via internet”.

Para o gerente médico, é preciso achar uma maneira de gestão que possa contemplar todo o País sem cometer injustiças.

Fonte: Saúde Web

TRF proíbe prescrição de medicamentos por enfermeiro

A decisão, válida para todo território nacional, foi transitada em julgado

TRF, de Brasília, torna definitivamente sem efeito a Resolução 272/2002 do Cofen que permitia a profissionais da Enfermagem diagnosticar doenças e prescrever medicamentos. A decisão é válida para todo o território nacional.

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região (Brasília), tornou definitivamente sem efeito a Resolução 272/2002 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) que permitia aos enfermeiros diagnosticar doenças, prescrever medicamentos e solicitar exames com autonomia no âmbito dos programas ou rotinas aprovadas em instituições de saúde.

A decisão, válida para todo território nacional, foi transitada em julgado, ou seja, sem possibilidade de recurso, em atendimento ao mandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul (Simers), em 2002. Cabe ao Cofen a tarefa de orientar formalmente os profissionais sujeitos à sua jurisdição para não praticarem quaisquer dos atos reservados aos profissionais médicos.

A decisão torna nula a disposição da Portaria nº 648/2006 do Ministério da Saúde (MS), que previa essa atuação do enfermeiro. Da mesma forma, fica suspensa pelo TRF sua reedição (Portaria nº 1625/2007) por meio do Agravo de Instrumento nº 2007.01.00.000126-2-DF.

Acordada no ano passado, a portaria estipulava que os enfermeiros poderiam efetuar os procedimentos, desde que adotassem os protocolos e outras normas técnicas estabelecidas pelo MS, gestores estaduais e municipais ou do Distrito Federal. O médico deveria acompanhar a execução, revisão ou criação de eventuais novos protocolos feitos pelo enfermeiro, participando nessa elaboração o Cofen, Conselho Federal de Medicina (CFM) e outros conselhos, quando necessário.

Médicos e toda a população devem denunciar aos órgãos de saúde, Conselhos Regionais de Medicina ou Ministério Público quando o diagnóstico, prescrição ou solicitação de exame for realizado por profissionais da Enfermagem.

Fonte: 180 graus

'Pronto-socorro' das mamas quase triplica diagnóstico de pré-câncer em SP

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realizado no hospital estadual Pérola Byington, referência em saúde da mulher na capital paulista, aponta que o número de casos de lesões de mama identificados no estágio "pré-câncer" quase triplicou nos últimos seis anos. Ao mesmo tempo, a identificação da doença em estágios avançados diminuiu.

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Novo exame aumenta precisão de diagnóstico de meningite bacteriana

Com a tecnologia PCR em tempo real, bastam apenas de oito a dez bactérias para diagnosticar a doença, que passa a ser identificada em 3 horas - contras as 48 atuais; Ministério da Saúde planeja ampliar número de Estados que utilizam técnica no País

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Até setembro, hipotermina será incluída na lista de procedimentos em pacientes com parada cardíca 

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) está finalizando o consenso brasileiro que vai incluir o uso da hipotermia terapêutica no tratamento de pacientes que estão em parada cardíaca. O objetivo é evitar sequelas neurológicas. A diretriz da Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (Ilcor) foi publicada em outubro do ano passado. Desde então, cardiologistas brasileiros estão preparando o documento que vai servir de guia para os hospitais do país. A publicação nacional ocorrerá em setembro.
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Cirurgia para emagrecer aumenta 6 vezes o risco de morte

Após analisar dados de mais de 105 mil pessoas submetidas a cirurgia para perda de peso, pesquisadores americanos montaram uma lista com os seis fatores que mais aumentam o risco de o paciente morrer antes de receber alta. O estudo foi apresentado nesta semana no congresso da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em Orlando.

O fator que apresentou maior peso foi o tipo de cirurgia realizada. Pacientes submetidos à técnica do by-pass gástrico apresentaram 5,8 vezes mais risco de morrer (mais informações nesta página). O aumento foi de 4,8 vezes quando compararam a cirurgia aberta (na qual é feito um grande corte na barriga) com a laparoscopia - menos invasiva.

Entre os pacientes do sexo masculino e os que não tinham plano de saúde particular, o risco foi cerca de três vezes maior. Aqueles com 60 anos ou mais apresentaram o dobro de risco dos mais jovens. E o risco dos diabéticos foi 1,5 vez maior.

"A cirurgia bariátrica é muito segura, mas podemos fazer mais para melhorar as chances de sobrevivência dos pacientes de alto risco", afirmou o autor principal, Ninh Nguyen, da Universidade da Califórnia em Irvine. Segundo ele, os médicos podem usar esses fatores de risco para ajudar no planejamento pré-operatório e auxiliar os pacientes a entender seu risco individual.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Ricardo Cohen, explica que esses fatores de risco já eram conhecidos pelos cirurgiões. Os pesquisadores apenas fizeram uma análise estatística para saber a influência deles.

Cohen ressalta que, embora a banda gástrica ajustável ofereça menos risco - por não haver cortes no estômago -, sua eficácia também é menor e, por isso, ela é menos realizada. A cirurgia aberta - única opção disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) -, é bem mais comum no País que a laparoscopia. "Estimamos que 35% das operações sejam laparoscópicas", afirma Cohen.

Mas o número, diz o médico, deve crescer se os planos de saúde passarem a ter de custear a laparoscopia. O tema está em discussão na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Gênero

No caso dos homens, dois fatores explicam a maior mortalidade, diz o cirurgião Marcos Leão Vilas Boas. "Os homens tendem a acumular mais gordura visceral, que é mais perigosa, e apresentam mais comorbidades, como diabete e hipertensão." Entre os pacientes que não possuem plano, o risco possivelmente é maior porque tendem a ficar mais tempo na fila da cirurgia e, enquanto isso, sua condição de saúde se agrava.

De acordo com Vilas Boas, é preciso deixar claro que, mesmo com os fatores de risco, o índice de mortalidade da cirurgia bariátrica é baixo.

Outro estudo recente mostrou que apenas 1 em cada 1 mil pacientes submetidos à colocação de banda gástrica ajustável por laparoscopia morre. O número sobe para 2 em cada 1 mil no caso dos que fizeram by-pass gástrico por laparoscopia. "Entre aqueles que fizeram o by-pass por meio de cirurgia aberta, morreram 2 em cada 100, ou seja, dez vezes mais", relata.

Estudos anteriores também mostraram que o risco de conviver com as doenças causadas pela obesidade superam os riscos associados à cirurgia bariátrica. Após a operação, pacientes podem aumentar sua expectativa de vida em até 89%.

Fonte: Saúde-Pesquisas - Bonde

Certificação digital para médico avança nos Conselhos de Medicina

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Auditoria: uma oportunidade para médicos

Área tem progredido com o desenvolvimento do setor. No entanto, o profissional não é valorizado da mesma forma pelos estados e municípios

O especial "Além do estetoscópio" publicado pelo Saúde Business Web (http://www.saudebusinessweb.com.br) tem mostrado oportunidades para profissionais de saúde fora da área clínica. Processos de auditoria no setor é uma possibilidade dentre inúmeras outras que surgem em meio ao desenvolvimento da Saúde como, por exemplo, acreditação e projetos em TI.

"Auditoria em Saúde é uma área que está progredindo, pois as instituições cada vez mais percebem a importância de implementar processos de gestão e avaliá-los", explicou a médica Rosane Amaral, do departamento de auditoria federal do Sistema Único de Saúde (SUS).

A profissão não exige nenhuma qualificação específica. Pelo contrário, busca profissionais com diferentes formações como contadores, economistas, pedagogos, engenheiros, assistentes sociais, entre outros.

Os auditores são direcionados de acordo com a necessidade de cada instituição de saúde. Os médicos, por exemplo, têm maior expertise para apurar um óbito ou analisar prontuários de pacientes. "Acho interessante atuar na área depois de ter trabalhado no atendimento clínico, com a população", ressaltou Rosane.

Para atuar junto ao sistema público de saúde é preciso conhecer a fundo a legislação do SUS. "O auditor precisa entender como funciona o financiamento dos programas, pois analisamos os repasses de recursos para os estados e municípios", explicou Rosane.

De acordo com ela, o governo promove cursos de especialização para o desenvolvimento desses profissionais. No entanto, a valorização do auditor varia entre os estados. Existem aqueles, como Mato Grosso do Sul e Bahia, que possuem plano de carreira para tais profissionais. Enquanto outros não promovem nenhum tipo de concurso para o exercício da profissão.

"Há dez anos estou neste trabalho. É uma boa opção. Mas temos que pleitear para que todos possam ter sua carreira e, assim, ter o direito de uma remuneração diferenciada. Até para atrair mais pessoas para a área", enfatizou Rosane.

Fonte:
Saúde Business Web

ANS proíbe o pagamento de incentivo a médicos

Multa pode chegar a R$ 35 mil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou hoje (13) no Diário Oficial da União súmula relacionada à remuneração das operadoras de planos de saúde aos médicos.

De acordo com a súmula, ficam proibidos os mecanismos utilizados por algumas operadoras para incentivar os médicos a pedir o mínimo possível de exames. Segundo a ANS, a medida foi tomada com base em denúncias de que os profissionais estariam sendo pagos pelas prestadoras de acordo com a quantidade de exames que solicitam aos pacientes. Os que seguem a orientação chegam a ser premiados.

Diz a súmula que “algumas operadoras de planos privados de assistência à saúde vêm adotando política de remuneração de seus prestadores de serviços de saúde baseada em uma parcela fixa, acrescida ou não de parcela paga a título de bonificação”.

“De acordo com essas políticas de remuneração, a bonificação somente é paga aos prestadores que limitarem a determinado parâmetro estatístico de produtividade o volume de solicitações de exames diagnósticos complementares”.

Conforme a publicação, fica “vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde adotar e/ou utilizar mecanismos de regulação baseados meramente em parâmetros estatísticos de produtividade os quais impliquem inibição à solicitação de exames diagnósticos complementares pelos prestadores de serviços de saúde, sob pena de incorrer em infração ao Artigo 42 da Resolução Normativa - RN Nº 124, de 30 de março de 2006”.

O artigo pune com sanção (advertência) ou multa de R$ 35 mil as operadoras ou prestadoras de serviços que restringirem, por qualquer meio, a liberdade do exercício de atividade profissional do prestador.

Para acessar a Súmula clique aqui

Fonte: Agência Brasil

ANS abre consulta para cobertura de planos

A proposta inclui 36 tipos de cirurgias menos invasivas e induz a modificação do atual modelo assistencial, que focaliza mais a doença.

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RJ: polícia flagra produtos vencidos em 4 hospitais

Seis hospitais foram inspecionadas por policiais da Decon. Remédios e alimentos irregulares foram encontrados em quatro delas

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Quando quem decide não é o médico; nem mesmo o paciente

Especialista questiona resolução que orienta os médicos a não prescreverem OPMEs. Para ele, medida afeta o profissional e também o usuário

por Prof. Dr. Pedro Puech*

O Conselho Federal de Medicina (CFM), órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica, publicou, em 25 de outubro de 2010, a Resolução CFM n° 1.956/2010, que orienta os médicos a não prescreverem próteses, órteses e outros materiais implantáveis pelo nome comercial. O profissional deve apenas "determinar as características (tipo, matéria-prima, dimensões), bem como o instrumental compatível, necessárias e adequadas à execução do procedimento", sendo "vedado ao médico assistente requisitante exigir fornecedor ou marca comercial exclusivos".

Esta medida, segundo o CFM, visa evitar acordos entre médicos e fabricantes de tais produtos, o que pode fazer sentido se considerarmos que há bons e maus profissionais em qualquer área, inclusive na classe médica. Entretanto, em minha opinião, quando se fala em reduzir o poder de decisão de alguém que tem conhecimento técnico e lida diretamente com a vida das pessoas, alguns aspectos devem ser analisados:

A marca, independente do produto em questão, é um atestado de qualidade e confere uma relação de confiança com o consumidor. Ela orienta nossas decisões de compra de eletrodomésticos, automóveis, telefone e tudo o que consumimos, porque pressupõe uma história e serve como indício de que aquilo que estamos comprando foi feito por alguém ou por uma empresa que construiu seu nome ao longo do tempo. Claro que há casos em que uma marca reconhecida pode oferecer produtos ou serviços de qualidade inferior, mas isso só faz deteriorar a própria marca, pois quebra a relação de confiança.

Quando o assunto é a escolha de próteses, órteses e materiais especiais implantáveis, não é diferente. E um fator a mais deve ser considerado: de quantas próteses um paciente vai precisar durante sua vida? Uma, talvez duas, o que significa que uma escolha inadequada terá consequências muito mais sérias se compararmos à aquisição de outros tipos de bens ou produtos. Assim como servem de referência ao paciente, as marcas também conferem credibilidade e confiança para embasar a decisão dos médicos.

Sem a determinação da marca, os planos de saúde terão mais chances de vetar a aprovação do uso de materiais mais caros, que geralmente são os mais recentes e os que oferecem os melhores resultados. Qual médico não optaria por oferecer a possibilidade de uma recuperação mais rápida ou de uma cirurgia menos invasiva, diminuindo o sofrimento de seu paciente? Vale lembrar que estamos falando sobre procedimentos médicos que muitas vezes oferecem risco de morte, como a colocação de válvulas cardíacas, além de situações que podem afetar seriamente a qualidade de vida de uma pessoa, como a implantação de uma prótese na perna ou na mama.

A Resolução prevê a possibilidade de o médico rejeitar um produto que considere inadequado, e neste caso, deve notificar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e indicar pelo menos três marcas ao plano de saúde ou ao gestor da saúde pública. Se mesmo assim ainda houver divergência, pode recorrer a um árbitro - um especialista da área que tem até cinco dias úteis para se pronunciar.

Com isso, a burocracia bate à porta do consultório e afeta não só o profissional como também o paciente, pois ambos ficam nas mãos dos planos de saúde, que ganham o poder de decidir qual produto será utilizado, muitas vezes considerando apenas o aspecto financeiro.

Assim, na realidade, houve uma troca do decisor: ao invés de um profissional que estudou no mínimo oito anos, deixamos nas mãos de uma empresa, que como qualquer outra, busca reduzir custos para lucrar mais. Do jeito que as coisas caminham, em breve nem mesmo o médico poderá ser escolhido pelo nome que, em última instância, é a marca do profissional.

Os pacientes terão que descrever apenas as características de quem procuram. Imagine: Ginecologista, que tenha consultório na zona sul, que atenda no período da manhã, que não atrase mais que 15 minutos, e com mais de cinco anos de prática. E o plano de saúde irá dizer a qual médico o paciente deve confiar sua saúde.

Fonte: Saúde Business Web

*Prof. Dr. Pedro Puech Leão é professor titular de Cirurgia Vascular e Endovascular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Descoberta de cientistas brasileiros oferece tratamento para Chagas

Cientistas brasileiros elaboraram um novo tipo de tratamento para a doença de Chagas. A possível cura é baseada em mais de 30 anos de estudos que levaram à compreensão de como o Trypanosoma cruzi – protozoário que causa a doença – interage com o corpo do hospedeiro.
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500 cargos para perito médico do INSS são aprovados

As vagas visam fortalecer a estrutura organizacional do INSS e possibilitar a instalação de novas agências de previdência social

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Auditoria nos Sistemas de Saúde Público e Privado e o Mercado de Saúde.

O segmento de Saúde Pública brasileiro representada pela rede nacional de atendimento ao Sistema Único de Saúde – SUS é considerado como o maior sistema público de saúde do mundo. Em termos de cobertura populacional e de risco, envolve a atenção a 190.732.694 de usuários.
  • As atenções na regulação e Auditoria em Saúde Pública estão a cargo do Sistema Nacional de Auditoria (SNA), da Secretaria de Assistência à Saúde, do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) em todos os estados da federação e no Distrito Federal (DF)
  • A empregabilidade no setor público envolve um volume de profissionais que acompanharão a realidade das ações de saúde em cada um dos 5.561 municípios brasileiros junto às instituições públicas e conveniadas e que correspondem a um universo de 4.950 hospitais (públicos e privados) sob regime de auditoria do SNA e do DENASUS
O segmento de Saúde Privada Suplementar atende atualmente 44,8 milhões de beneficiários de planos de assistência médica com ou sem odontologia e 13,9 milhões a planos exclusivamente odontológicos.
  • Movimenta perto de R$ 300 bilhões ao ano, sendo responsável hoje por 7% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB). Concorrido e com o objetivo de atingir metade da população brasileira nos próximos anos, as empresas estão atentas a tendências como: aumento do leque de produtos e serviços, uso de novas tecnologias e ampliação e qualificação dos quadros de funcionários, conforme pesquisa recente feita pela Amcham Brasil.
  • São 1.061 Operadoras (empresas de medicina, autogestões, cooperativas médicas e odontológicas, seguradoras, administradoras e as entidades filantrópicas) dedicadas ao segmento médico-hospitalar e 384 exclusivamente voltadas ao segmento odontológico (odontologia de grupo e cooperativas odontológicas) com 27.910 planos privados de assistência médica com ou sem odontologia e 2.652 planos exclusivamente odontológicos.
Estas operadoras de planos privados de assistência à saúde são acompanhadas através da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) responsável por todos os procedimentos de parametrização, fiscalização e controle das ações em saúde e é outro vetor que demanda os serviços de auditores(as) especializados, vez que se faz necessária e presente em todos as 27 unidades federativas, acompanhando o cotidiano das Operadoras de Saúde.

As próprias Operadoras de Saúde, para controle das suas ações e atenções em saúde, cumprindo um extenso escopo legal e técnico com complexidade crescente, necessitam de um enorme contingente de profissionais para atuar ativamente e regular as atenções oferecidas através de seus mais de 158 mil serviços credenciados, contratados ou referenciados.
Ao longo da última década, o campo de trabalho em Auditoria de Sistemas de Saúde vem ampliando-se e hoje é requerida também por grande parte dos prestadores de serviços de médio e grande porte (credenciados, contratados ou referenciados), melhorando sua performance global (econômica-financeira e técnica) frente a um mercado altamente competitivo e exigente.

Ambos os sistemas – público e privado - demandam a atuação de profissionais preparados e dedicados à atividade de verificação, mediante a confrontação entre uma situação encontrada de estruturas, processos, resultados e a aplicação de recursos de forma planejada, independente e documentada, baseada em evidências objetivas e imparciais, para determinar se as ações e serviços encontram-se adequados quanto a sua eficiência, eficácia e efetividade.

O campo de atuação em Auditoria de Sistemas de Saúde Público e Privado, hoje considerada atividade multidisciplinar, exige habilidades, conhecimentos e atributos ao moderno Auditor, que envolvem o acompanhamento dos principais preceitos ditados pela legislação, atuação com base na doutrina ética, das bases e normas elementares dos processos administrativos intra-institucionais, entendimento quanto a abrangências dos contratos e acordos firmados, tabelas de procedimentos, análise do perfil dos serviços contratados, potencial de atendimento de cada serviço ou recurso disponível e a projeção e impacto destes frente a população inscrita. Domínio e atualização dos protocolos, consensos científicos, do substrato e perfil epidemiológico da população assistida, interpretação e análise contínua de indicadores relativos à mensuração da qualidade e produtividade dos serviços. Acompanhamento da utilização de recursos e benefícios avaliando o impacto das ações executadas nos distintos níveis de saúde, fazendo cumprir direitos e deveres, garantindo proteção dos usuários e prestadores no local onde acontece a ação conferindo às instituições envolvidas a idéia de uma 2ª opinião, promovendo continuidade ao processo educativo com vistas à melhoria da qualidade do atendimento, racionalizado e humanizado, proporcionando o mais apropriado uso dos recursos disponíveis. É responsável e atuará como mediador entre as partes envolvidas, ordenando, controlando e racionalizando os serviços sem comprometer a qualidade dos serviços prestados e dos materiais e medicamentos usados.

São estas as ações que por fim conceituam o conjunto de técnicas e a atuação em Auditoria de Sistemas de Saúde, que tem objeto em uma atividade dinâmica ou já concluída, assumindo também um caráter de fiscalização, exclusivamente focadas para as ações e serviços de saúde, com a finalidade de verificar a conformidade com a legislação e aspectos técnicos.

Nova fibra óptica pode impulsionar uso do laser na medicina

Cientistas desenvolvem fibra de seleneto de zinco, material que permite a fabricação de dispositivos de laser mais eficientes para uso em medicina e monitoração ambiental

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos anunciou o desenvolvimento de uma nova classe de fibra óptica.
Trata-se da primeira fibra com o interior de seleneto de zinco, um composto amarelo claro com propriedades semicondutoras.
Em artigo a ser publicado na revista Advanced Materials, John Badding, professor de química na Universidade Penn State, e colegas descrevem a nova classe de fibra óptica.
Ela permite, segundo os autores, manipulação mais eficiente da luz. Poderá ser usada no desenvolvimento de tecnologias de laser mais versáteis para uso em medicina ou como sensores ambientais e químicos.

Segundo Badding, as fibras atuais são limitadas por empregarem vidro em seu interior.
“Vidro tem um arranjo de átomos aleatório. Por outro lado, o seleneto de zinco é altamente ordenado, o que permite que a luz seja transportada por comprimentos de onda mais elevados, especialmente no infravermelho médio”, disse.

Diferentemente do vidro, cujo elemento básico é a sílica, o seleneto de zinco é um composto semicondutor.
“Sabemos, há muito tempo, que se trata de um composto de muita utilidade em potencial, capaz de manipular luz de maneira impossível para a sílica. A questão era conseguir aplicar o seleneto de zinco numa estrutura de fibra, algo que até então não havia sido feito”, disse Badding.

Por meio do uso de uma nova técnica de depósito químico de alta pressão, desenvolvido por outro autor da pesquisa, Justin Sparks, também da Penn State, os cientistas foram capazes de depositar seleneto de zinco no interior de capilares de vidro, formando a nova classe de fibras ópticas.
O grupo verificou que a nova fibra se mostrou mais eficiente na conversão de luz de uma cor a outra.
“O seleneto de zinco, por meio de um processo chamado de conversão de frequência não linear, tem mais capacidade de alternar as cores”, disse Badding.

Em novos testes, os pesquisadores descobriram que a nova fibra é mais versátil não apenas no espectro visível, mas também no infravermelho, com comprimentos de onda maiores.
A tecnologia atual de fibra óptica não transmite luz infravermelha.
A novidade abre caminho para o desenvolvimento de fibras que atuem como lasers infravermelhos.
Os autores do estudo apontam que tal tecnologia poderá se mostrar útil em detectores de poluentes e de toxinas, em radares ou na área médica, principalmente em cirurgias.

Fonte: Exame.com

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